terça-feira, janeiro 24, 2006

Destrinchando a Ladainha Marxista

Quem quer que pense que Marx defendeu os direitos dos trabalhadores não leu Marx ou Engels. De acordo com ambos o trabalhador deve se submeter ao processo histórico e ainda aguardar que a guerra entre as classes avance até a próxima fase da história. A justiça não pode ser requerida.

O marxismo acusa o cristianismo de consolar o povo com uma esperança celestial porque ele não entende que essa esperança é o fundamento para reforma social e a justiça no mundo. O próprio Marx oferece sua visão profética do futuro para que sirva de consolo. Mas esse paraíso só virá depois que a geração de marxistas de hoje estiver morta. Nenhum marxista receberá qualquer recompensa por sua esperança, nem nessa vida nem na próxima.

Leia o texto na íntegra aqui.
Aproveite e leia também esse.

3 comentários:

Norma disse...

Márcio, onde você arrumou essa figura HILÁRIA de um Marx Pop? Aliás, esse é um bom objeto de pesquisa. Podíamos fundar um grupo e cada um fica responsável por detectar o marxismo pop em uma área determinada; já pensou? O difícil ia ser NÃO achar marxismo nas coisas...
Abração!

Paulo Brabo disse...

Embora não tenha qualquer simpatia verdadeira para com o comunismo, usei um raciocínio semelhante para falar das contradições do capitalismo:

Já foi dito e comprovado que em outro tempo as esperanças instiladas pelo cristianismo permitiram que ele servisse como instrumento de domínio e controle por parte das classes superiores. O homem comum que acreditava na felicidade numa vida futura não precisava revoltar-se contra as injustiças desta vida. A verdade é que, com esperanças ainda mais artificiais (e garantias pelo menos tão irreais), o capitalismo alcançou sucesso ainda maior como religião.

As multidões hoje em dia são fáceis de controlar e de apaziguar porque, diante de qualquer insatisfação com uma injustiça presente, basta acenar com a liberdade e a justiça inerentes ao sistema: “se você não chegou ate onde eu cheguei”, dizem em silêncio as classes dominantes, “é porque não tem a mesma garra e a mesma competência que eu. Você poderia ter se esforçado mais, e na verdade ainda pode: a culpa pelo seu fracasso é sua e somente sua”.

Segundo o cristianismo, o mundo é justo porque qualquer pessoa, desde que realmente queira, pode alcançar o paraíso na eternidade. Segundo o capitalismo, o mundo é justo porque qualquer pessoa, desde que realmente queira, pode ficar rica.


O resto aqui:

http://www.baciadasalmas.com/2004/as-variedades-da-experiencia-capitalista/

Anônimo disse...

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