quarta-feira, julho 27, 2005

Poeminha Sentimental

O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas...
De vez em quando chega uma
E canta.
(Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!?)
Canta e vai-se embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vai-se embora.
A última que passou
Limitou-se a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam

(Mário Quintana)

Um comentário:

LeNildo Ferreira disse...

Isso é um grande amor: seguro até debaixo da merda.