sexta-feira, julho 01, 2005

Atenção: O Foro de São Paulo não existe!

Luiz Felipe de Alencastro, o sábio da Veja, quando consultado sobre o Foro de São Paulo, disse o seguinte:

"Nunca ouvimos nada a respeito no Brasil. Não sabemos nada disso, e é maluco como essa coisa cresceu – foi um jornalista conhecido como sujeito muito conservador e de extrema direita, que escreve num jornal no Rio, quem começou com toda essa coisa. Nunca ouvimos nada a respeito."

Só não sei se vai dar pra negar a existência do Foro quando os (belo eufemismo para as FARC e cia ltda:) "partidos progressistas" se reunem no Brasil,a apartir de hoje:




Mesmo sendo tudo isso pura invencionice de um reacionário doido, gostaria de indicar dois textos sobre o assunto:

E por que não o impeachment agora? - Caio Rossi
Um pouco de história sobre o Foro de São Paulo - C. Azambuja

quarta-feira, junho 29, 2005

Dos dezenove aos vinte e oito anos

Durante esse período de nove anos – dos dezenove até os vinte e oito – fui seduzido e sedutor, enganado e enganador, conforme minhas muitas paixões; publicamente, com aquelas doutrinas que se chamam liberais; ocultamente, com o falso nome de religião, mostrando-me aqui soberbo, ali supersticioso, e em toda parte vaidoso. Ora perseguindo a aura da glória popular até os aplausos do teatro, os certames poéticos, os torneios de coroas de feno, as bagatelas de espetáculos e a intemperança da luxúria; ora, desejando muito purificar-me dessas imundícies, levando alimento aos chamados “eleitos” e “santos”, para que na oficina de seu estômago fabricassem anjos e deuses que me libertassem. Tais coisas seguia eu e praticava com meus amigos, iludidos comigo e por mim.

Riam-se de mim os arrogantes, e os que ainda não foram prostrados e salutarmente esmagados por ti, meu Deus; mas eu, pelo contrário, hei de confessar diante de ti minhas torpezas para teu louvor. Permite-me, te suplico, e concede-me que me lembre fielmente dos desvios passados do meu erro, e que eu te sacrifique uma vítima de louvor.

De fato, sem ti, que sou eu para mim mesmo senão um guia que conduz ao abismo? Ou que sou eu, quando tudo me corre bem, senão uma criança que suga teu leite, e que se alimenta de ti, alimento incorruptível? E que é o homem, seja ele quem for, se é homem? Riam-se de nós os fortes e poderosos, que nós, débeis e pobres, confessaremos teu santo nome.
___
extraído das Confissões de Agostinho; Livro IV, Cap.I.

segunda-feira, junho 27, 2005

Meu coração, mantém-te jovem

Esqueci de anotar o nome do escritor, lembro apenas que é grego do século IV a.C.; esse poema está naquela coletânea de poesia grega e latina da Cultrix:

__
__Meu coração, mantém-te jovem!
_____ Outros homens virão,
_____ e morto eu me farei
_____ apenas terra negra.
_____
__Mocidade e velhice lamentamos:
uma porque se vai, e porque chega a outra.
_____
__Coisa insensata é lastimar os mortos,
_____insensata e pueril,
__se a flor da mocidade não choramos...
_____

sábado, junho 25, 2005

A refutação cabal do socialismo

por Alceu Garcia,
em Abril de 2002.
_
Introdução
_
O fracasso do socialismo como princípio de ordenamento social é hoje evidente para qualquer pessoa sensata e informada – o que exclui, é claro, os socialistas. Estes, porém, insistem que o malogro coletivista foi um mero acidente histórico, que a teoria é fundamentalmente correta e que pode funcionar no futuro, se presentes as condições apropriadas. Tentarei demonstrar nesse texto, recorrendo na medida das minhas limitações aos ensinamentos da escola austríaca de economia, que absolutamente não é esse o caso, que a teoria econômica (para não falar dos fundamentos filosóficos, éticos, sociológicos e políticos!) do socialismo é insustentável em seus próprios termos, e que ipso facto os resultados calamitosos constatados pela experiência histórica são, e sempre serão, uma consequência inevitável de uma ordem (rectius: desordem!) socialista. Não é preciso enfatizar a importância de se ter plena consciência da natureza perniciosa dessa corrente política e de suas funestas implicações, uma vez que em nosso país um poderoso movimento totalitário está muito próximo de tomar o poder.'
_
[
continuar...]
_

sexta-feira, junho 24, 2005

Encontro Nacional dos Estudantes de Letras - 2005

O resumo do Termo de Responsabilidade a ser assinado por quem pretenda participar do ENEL 2005 é mais ou menos esse: Não use álcool ou drogas em excesso nem danifique coisa alguma pertencente à universidade; e se durante o evento um tubarão comer sua perna, favor lembrar, a culpa é sua.

www.enel2005.k6.com.br

quinta-feira, junho 23, 2005

A Verdade é Relativa?

(Um diálogo entre Sócrates e Protágoras)
por Autor Desconhecido

_
Protágoras: A verdade é relativa. É somente uma questão de opinião.
Sócrates: Você quer dizer que a verdade é mera opinião subjetiva?
Protágoras: Exatamente. O que é verdade para você, é verdade para você, e o que é verdade
para mim, é verdade para mim. A verdade é subjetiva.
Sócrates: Você quer dizer realmente isso? Que minha opinião é verdadeira em virtude de ser minha opinião?
Protágoras: Sem dúvida!
Sócrates: Minha opinião é: A verdade é absoluta, não opinião, e que você, Sr. Protágoras, está absolutamente em erro. Visto que é minha opinião, então você deve conceder que ela é verdadeira segundo a sua filosofia.
Protágoras: Você está absolutamente correto, Sócrates.
_
_____

quarta-feira, junho 22, 2005

Puggina

_

_

Momento Fotolog - Poser

Ontem, antes de eu estragar o dia, fomos eu Flávia e Thales ver a exposição de pós-impressionismo do SESC. Depois disso, nada mais poser, ao Café & Poesia...
Já é tarde e estou sem paciência pra relatar como foi a exposição -- o que seria, aliás, mais poser que o Café & Poesia, então, quem quiser vá lá e veja -- e sem paciência pra falar sobre qualquer outra coisa, bastando dizer que, lamentavelmente, nunca mais serei um dos 35.000 melhores amigos de Flávia.